Embracer busca estúdios externos para reviver Deus Ex e Thief

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Por Notícias
21 de maio de 2026 sem comentários
Embracer Group altera o seu modelo operacional para enfatizar o licenciamento a terceiros do seu catálogo histórico de propriedade intelectual

O Embracer Group anunciou uma importante reestruturação corporativa que dividirá o conglomerado em duas entidades públicas independentes. Como parte desta transição, a empresa planeia aproveitar de forma agressiva o seu vasto catálogo de propriedades intelectuais dormentes, subcontratando o desenvolvimento a estúdios externos.


Key Takeaways
  • O Embracer Group vai dividir-se em duas entidades públicas, com una nova empresa chamada Fellowship Entertainment a gerir propriedades de grande relevo como Tomb Raider e O Senhor dos Anéis.
  • A empresa procurará ativamente parceiros de desenvolvimento externos para revitalizar franquias dormentes, incluindo Deus Ex, Thief, Saints Row e Legacy of Kain.
  • Esta mudança de estratégia surge após anos di cortes de custos internos, cancelamentos de projetos de alto perfil e reorganizações estruturais nos estúdios internos da Embracer.

Quais franquias clássicas poderiam retornar sob a nova estratégia da Embracer?

O Embracer Group planeia reviver várias franquias dormentes através de parcerias com estúdios de desenvolvimento externos. O presidente do conselho de administração, Lars Wingefors, nomeou explicitamente Deus Ex, Thief, Saints Row, Legacy of Kain, Red Faction, The Mask e TimeSplitters como propriedades visadas para estes novos acordos de licenciamento com terceiros.

Num comunicado oficial detalhado numa carta aberta aos acionistas, Wingefors explicou que uma unidade de negócio de PI e licenciamento recém-criada irá supervisionar estes esforços. A estratégia visa gerar receitas recorrentes a partir de marcas estabelecidas sem exigir que o conglomerato financie a totalidade dos custos de desenvolvimento interno.

Esta decisão marca um afastamento claro da estratégia anterior da Embracer de adquirir estúdios para desenvolver jogos inteiramente a nível interno.


Por que a Embracer está a mudar para parcerias externas?

A decisão de procurar recursos de desenvolvimento fora da empresa surge após um período volátil de reestruturação interna. Nos últimos anos, a Embracer cancelou o reboot de TimeSplitters que estava em desenvolvimento, encerrou a Volition, produtora de Saints Row, e terá cancelado um título planeado de Deus Ex na Eidos-Montréal.

Com os estúdios internos a enfrentarem despedimentos significativos e reduções de pessoal, muitos dos criadores originais já não estão em posição de liderar novos projetos de grande envergura.

A Eidos-Montréal, por exemplo, transitou para um papel de suporte para editoras externas, deixando o futuro de Deus Ex e Thief dependente de equipas externas.

Financeiramente, a empresa está a mudar as suas métricas internas para se focar no “Cash EBIT“, removendo a capitalização do desenvolvimento de jogos para fornecer uma visão mais transparente dos retornos dos projetos.

Ao licenciar estas propriedades a editoras e produtoras externas, a Fellowship Entertainment procura mitigar o risco financeiro enquanto mantém o seu catálogo histórico ativo no mercado.


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